sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Thomas Jefferson

Em 1802 sem computadores, sem estatísticas e sem peritos em análises de mercado...!!!!!!!!!!!!!!

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'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies.
If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered. ‘

Thomas Jefferson 1802


«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade, até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»

Thomas Jefferson, 1802

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Hierarquia

Por Ordem:

José António Mesquita
Francisco Coelho
Carlos César

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

X Governo Regional

PRESIDENTE: C. César

S.R. Economia : Vasco Cordeiro
S.R. Educação: Lina Pires Mendes
S.R.Saúde: Miguel Correia
S.R.Equipamentos, Comunicações e Ciência: José Contente
S.R.Agricultura: Noé Rodrigues
SubS.R.Pescas: Marcelo Pamplona
S.R.Segurança Social e Habitação: Ana Paula Marques
S.R.Finanças e Vice Presidência: Sérgio Ávila
Secretário da Presidência: André Bradford
S.R.Ambiente e do Mar: José Álamo Meneses
S.R.Assuntos Europeus e da Cooperação Externa: Rodrigo de Oliveira

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O PODER

Carlos César impôs a lei da rolha junto do seu circulo e, muito bem, o circulo respeitou a vontade do líder.....agora, o circulo ter abrangido também os nossos jornalistas, que, muito educados e ensinados, tiveram sempre noticias para ocupar as páginas dos jornais e dos noticiários sem sequer fazer referência à dança de cadeiras, é que é de espantar.....

Somente a pouco mais de 48 horas do anúncio prometido é que se fala que se ouviu e que talvez seja.....

À parte disso, temos, de acordo com o AO :

Vice-Presidente : Sérgio Ávila (confirmado ainda antes das eleições)
Sec. Presidência: Vasco Cordeiro
Sec. Saude: Álamo Meneses
Sec. Educação: Cláudia Cardoso
Sec. Ass. Sociais e Habitação Social: Ana P. Marques
Sec. Habitação e Equipamentos: José Contente
Sec. Agricultura: Noé Rodrigues
Sec. Pescas: Marcelo Pamplona
Sec. Ambiente: Em aberto/Fernando Menezes

sábado, 8 de novembro de 2008

A ROLHA

Estes dias......tem imperado a

LEI DA ROLHA

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Mas que RAIO


Santarém - Polémica no festival nacional de gastronomia

Falso restaurante representa Açores

O restaurante que representa a região dos Açores no Festival Nacional de Gastronomia, em Santarém, não tem porta aberta em nenhuma das nove ilhas do arquipélago. Esta questão tem provocado críticas de visitantes do certame, que preferiam ver a região representada por uma casa genuinamente açoriana.

"Não tem casa aberta, mas vai ter mais do que uma já no ano que vem", explicou ontem um dos proprietários de O Importante, defendendo que esta situação não contraria as regras do festival nem defrauda os clientes.

Pedro Vivo adiantou que a sua empresa, a Espora Brava, com sede em Angra do Heroísmo, é a representante da carne tradicional dos Açores e de produtos típicos da região, como o queijo, manteiga, pão, frutas, vinhos e licores. "Tudo isso é servido em Santarém, porque só trabalhamos com produtos dos Açores", garante o proprietário, frisando que a ementa é composta em exclusivo por pratos do arquipélago, como a alcatra de peixe e carne, polvo e mariscos.

"Este candidato foi seleccionado porque é representante da genuína carne da ilha Terceira e se comprometeu a servir unicamente produtos dos Açores", explica a subdirectora regional do Turismo, Cristina Ávila. "As cozinheiras são açorianas e toda a carne e marisco servidos no festival são levados em contentores frigoríficos para Santarém", acrescentou.

Quanto à polémica, Carlos Abreu, presidente do festival, considerou: "Não me compete pronunciar-me sobre ela, porque os restaurantes são convidados pelas delegações regionais." No entanto, garante que "todos os produtos confeccionados e servidos aos visitantes são genuinamente açorianos".

DETALHES

JOSÉ RÊGO

Nas últimas três edições, o arquipélago dos Açores esteve representado pelo restaurante José do Rêgo, da ilha de S. Miguel.

CONCURSO

O representante na actual edição foi escolhido através de um concurso público lançado pela Câmara do Comércio e Indústria dos Açores.

FESTIVAL ATÉ NOVEMBRO

O Festival Nacional de Gastronomia decorre até 2 de Novembro na Casa do Campino, em Santarém, com a participação de 13 restaurantes, representantes das várias regiões gastronómicas do País.



Até foi noticia no GACS


Eu digo:


MAS QUE RAIO...NÃO HAVIA NECESSIDADE...

"Então maneéll, vamos ver os petiscos dos Açores??

Maria.....Serão mesmo de lá?"


E critica-se o MacD por apenas por nos seus HAmb alface açoriana......



NÃO HAVIA NECESSIDADE...

domingo, 2 de novembro de 2008

BOATICES

Estamos numa fase de bastante propicia a boatos, vindos sabe-se lá de onde. Fala-se que é o próprio Carlos César a lançar alguns, só para ver as reacções.

Estou, obviamente, a falar dos boatos sobre a formação do novo Governo Regional.

Que boatos já ouviu?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Análise sui generis

Visao | Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira



Quem se sente açoriano, se não tiver a oportunidade de passar uma tarde a escutar o hino dos Açores (...) cola autocolantes e aprofunda os seus conhecimentos sobre as insígnias honoríficas que o Governo Regional costuma atribuir?

Tenho diante de mim o Kit Autonómico dos Açores. Peço ao leitor que refreie a inveja, que é dos sentimentos mais feios que se pode ter, logo a seguir ao sportinguismo. Uma leitora amiga fez o favor de me enviar o kit, cuidando que eu gostaria de o possuir e de reflectir sobre ele. Tinha razão. Possuí-lo é uma honra, reflectir sobre ele é uma empreitada de tal monta que está fora do âmbito das minhas capacidades. Reflectir, como bem sabe quem me lê habitualmente, não é o meu forte. Também não será o forte de quem me lê habitualmente, caso contrário não o faria. Cogito moderadamente bem, raciocino sofrivelmente, mas sou fraco a reflectir – e o caso exige reflexão. Por sorte, o facto de não saber fazer qualquer coisa nunca me impediu de tentar.

Comecemos pelo princípio. Primeiro, a descrição do kit. À primeira vista, o kit é uma caixa de cartão azul-escura com as palavras «Governo dos Açores» impressas a branco. Há elegância, há sobriedade, há um paralelepipedismo que é discreto sem deixar de ser inovador, que é leal sem deixar de ser, à sua maneira, vigorosamente autonómico. Dentro da caixa, o tesouro inclui: uma bandeira dos Açores; um CD com o hino dos Açores, dois luxuosos autocolantes com a bandeira açoriana para colar em vidro; um folheto sobre as insígnias honoríficas açorianas e uma carta assinada pelo próprio presidente do Governo dos Açores, Carlos César. Sem desprimor para a bandeira, o hino e os autocolantes, a carta é o elemento mais interessante do kit. É certo que a bandeira tem características curiosas, como por exemplo o facto de ser fabricada em Lisboa. Que o símbolo da autonomia dos Açores seja importado do continente é divertido mas, apesar de tudo, corriqueiro. As bandeiras portuguesas com que sublimamos o nosso amor à pátria naquelas duas semanas que duram os eventos desportivos internacionais também são feitas na China. Mas é na carta que Carlos César explica que o Kit Autonómico (a expressão é dele) se destina a promover e fazer respeitar os símbolos dos Açores. Por isso, estes «elementos referenciadores» da vida colectiva regional chegarão a todos os lares açorianos. Eu sou um velho apreciador de elementos, e os meus predilectos são, por coincidência, os referenciadores. É por isso que olho para o Kit Autonómico com um misto de admiração e ciúme.

Admiração porque confesso que não sei como foi possível, para os açorianos, experimentar a autonomia ao longo dos anos sem este útil kit. Quem se sente açoriano, se não tiver a oportunidade de passar uma tarde a escutar o hino dos Açores enquanto contempla a bandeira regional, cola autocolantes e aprofunda os seus conhecimentos sobre as insígnias honoríficas que o Governo Regional costuma atribuir? Ninguém, creio.

Ciúme porque, enquanto continental, exijo um kit parecido. A minha continentalidade tem certamente símbolos que é justo e urgente promover e respeitar. E o meu lar não tem um único elemento referenciador. A crise mundial que espere: é tempo de investir em elementos referenciadores.




VER TAMBÉM

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O VOTO (III)

PORQUE É IMPORTANTE


Como se Vota

Em Portugal

Quinze dias antes de uma eleição ou de um referendo são afixados editais que anunciam o dia, a hora e os locais onde vão funcionar as secções de voto e que dão igualmente a conhecer a distribuição dos eleitores, indicando os números da inscrição dos eleitores que votam em cada uma das secções de voto.

No dia da eleição, as secções de voto estão abertas entre as 08:00h e as 19:00h.

Para votar, o cidadão tem que apresentar perante a Assembleia de Voto – o grupo de pessoas que se encontra nas salas onde se procede à votação - o seu Cartão de Eleitor e o Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão, ou outro documento com fotografia actualizada e que possa ser utilizado para identificação, tais como o Passaporte e a Carta de Condução.

Em troca, o presidente da mesa entregar-lhe-á o Boletim de Voto - o impresso em papel que apresenta os partidos políticos a votação na eleição em causa ou que apresenta escrita a questão a referendar.

De seguida o eleitor deve dirigir-se à Câmara de Voto - um espaço reservado da sala - onde manifestará a sua opinião, preenchendo com uma cruz (X) o quadrado que está à frente da lista, candidato ou opção do Boletim em que deseja votar.

De salientar que, se o eleitor escrever mais alguma coisa no Boletim, o voto será considerado nulo. O eleitor pode igualmente votar em branco, deixando o Boletim de Voto por preencher.

O Boletim deverá ser dobrado em quatro, com a parte impressa voltada para dentro, e entregue ao presidente da mesa. Enquanto o presidente introduz o Boletim na urna, os chamados escrutinadores assinalam o exercício do voto por parte daquele eleitor nos Cadernos Eleitorais.

O eleitor deve de seguida abandonar a secção de voto, lembrando-se que não pode revelar em quem votou até à distância de 500 metros.

No Estrangeiro

Os cidadãos portugueses residentes noutros países que voluntariamente decidam inscrever-se no recenseamento podem votar para a Assembleia e para a Presidência da República.

A identificação destes eleitores faz-se mediante a apresentação do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão. A residência é certificada com esse mesmo documento ou com o título de residência emitido pela entidade competente do país onde se encontram.

No caso de mudança de residência, o cidadão deverá transferir a sua inscrição para a área da nova residência, dirigindo-se aos serviços de recenseamento no posto consular da área e fazendo-se acompanhar, além do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão ou do Passaporte, do Cartão de Eleitor antigo.

A inscrição nos cadernos eleitorais por cidadãos portugueses residentes no estrangeiro deverá ser feita nas Comissões Recenseadoras existentes no estrangeiro: no Consulado, na secção consular da Embaixada, nos postos de recenseamento suplementares (estes postos são criados sempre que o número de eleitores ou a sua dispersão geográfica o justificar e a Comissão Recenseadora os decidir abrir definindo em portaria publicada anualmente no Diário da República).

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Em Outubro, em quem vai votar? (Resultado)

PS
8 (24%)
PPD/PSD
5 (15%)
CDS/PP
3 (9%)
PCP
2 (6%)
BE
2 (6%)
Outro
0 (0%)
Nenhum/branco
5 (15%)
Votar para quê?
8 (24%)


Votos apurados: 33

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Abstenção.....................39%

PS............................40%
PSD..............................25%
CDS/PP............................15%
PCP(CDU)............................10%
BE..........................................10%